Que se define o
procedimento eleitoral, como diz Matogrosso, na música e na época dos Secos &
Molhados, ou “tudo acontece nos bastidores”, como diz alguém adepto dos
esconderijos e tentando justificar as artimanhas.
Eleitoreiras,
inclusive!
Jamais participei
e nessa eleição também não participarei do “debaixo dos panos” ou ainda dos “bastidores”.
Digo isto para responder a diversas perguntas que me chegam se estou
conversando com o Maurício Rocha Tavares, pela oposição, ou com Atla de Lima Santos,
pela sublegenda da situação.
Com o Atla
jamais conversei ou conversarei, logicamente sobre participar da eleição na
sublegenda. Acredito que isso já tenha
ficado claro para todos. Até porque sei e sempre o disse que o atual Presidente
da Câmara colaborou ou mesmo participou de todas as falcatruas praticadas pelo
prefeito Zé Pacheco.
Pela oposição, uma
única vez, fui participar de uma “reunião”, que aconteceu na casa do Erivânio
Cutinho. No que seria uma reunião da oposição, estávamos presentes eu, Adenil
Rocha e o próprio anfitrião, com uma visita, mas que ali não permaneceu, da “Maria
do Sindicato”.
Aos presentes
logo coloquei que precisávamos debater as propostas de governo da candidatura e não
as candidaturas. Só essa inversão de prioridades é que poderá definir uma melhoria para o futuro do tão sofrido São Sebastião.
Disse que se o Maurício viabilizasse a candidatura, o Atla não sairia, pois o Zé Pacheco não deixaria. Motivo: não haveria votos para as duas sublegendas.
Disse também que não teria como participar de um debate sobre a candidatura do Maurício, se as informações mais precisas eram de que o mesmo estava inelegível, por ter tido a sua prestação de contas da última eleição desaprovada.
Nessa situação restava a ele, Maurício Tavares, ou abandonar a candidatura ou ir para um forte debate jurídico, na Justiça Eleitoral. Duas saídas extremamente preocupantes para quem legitimamente poderia representar a oposição em São Sebastião.
No mais, tudo será
meras...
Fofocas!
P.S. – Post Scriptum - Hoje,
por volta da meiodia, entrevistei o pré-candidato a prefeito Atla Lima (PSB),
na RadCom Salomé, durante a apresentação do programa “Para
Refletir”.
Durante a
entrevista, por sinal muito ouvida, como percebi posteriormente, o Atla disse
que queria conversar comigo “em of”. Esta expressão entre aspas, em linguagem
radiojornalística, significa dizer que a conversa é nos bastidores ou sem-a-presença
de outras ou de determinadas pessoas. Enfim, “em of” é aquilo que não se diz
publicamente, porque algo tem que estar escondido da plateia.
Depois o Atla
disse que conversaríamos na quinta-feira – feriado de Corpus Christis
(quando fazem dois anos do acidente comigo e que vitimou meu pai) – ou no
sábado.
Disse-lhe que
sim!
E – então –
muita gente perguntou: “você vai se entregar para o Atla?”
Respondi-lhes
que a conversa poderia até ser procedimento eleitoral, mas não me aliaria a
quem, como Presidente da Câmara, nunca respeitou os direitos-deveres da
cidadania.
E cumprirei!
Mas...
O tempo dirá,
naturalmente!
Boff...
É ótimo!
Ø Paulo Bomfim - texto escrito em 31-03-2012,
à tardezinha, após ser questionado pela manhã e na rádio comunitária Salomé se “você
vai se aliar ao Mauricinho”. Atualizado na noite de 03-06-2012, quando assistia
a uma antiga entrevista com Leonardo Boff, sobre “Saber Cuidar”.
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